quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Goiânia: Metrobus investe na expansão e qualidade do transporte de massa

28/12/2011 - Metrobus

A Metrobus assinou, em 2011, o novo contrato da concessão de prestação de serviços de transporte coletivo urbano na linha Eixo Anhanguera por mais 20 anos com a Prefeitura de Goiânia. A empresa comprou 90 novos ônibus, sendo 60 articulados e 30 biarticulados, com investimentos de R$ 87 milhões. A aquisição da nova frota aumentou em 20% a capacidade de transporte, melhor atendendo aos 240 mil passageiros que passam todo dia pelo Eixo.

Os cinco terminais e as 19 plataformas contam, desde 1º de setembro, com serviço de segurança. Nas plataformas a vigilância começa às 5 horas da manhã e vai até meia-noite. Nos terminais a equipe de segurança trabalha 24 horas. Câmeras de vigilância estão sendo instaladas nas plataformas - seis em cada estação – e o serviço será instalado também nos terminais. Quando o sistema estiver completo, a vigilância eletrônica contará com uma central de monitoramento on-line.

Pesquisa com os usuários do Eixo Anhanguera constatou que a maior reivindicação era a organização das filas de embarque. A Metrobus então implantou o Embarque Cidadão. Com este serviço, a empresa resolve o alvo de maior reclamação dos 240 mil passageiros/dia. Os terminais Padre Pelágio, Novo Mundo e Dergo já contam com os Embarques Cidadão e Solidário. Os próximos terminais a receber o serviço serão os da Praça A e Praça da Bíblia.

Os 270 motoristas da Metrobus passaram pelo curso de Atualização de Motoristas de Transporte de Passageiro. Foram 20 horas de treinamento. Os motoristas tiveram aulas de relacionamento interpessoal, conduta ética no trânsito, direção defensiva, legislação de trânsito e primeiros socorros. O objetivo foi atender ao processo de melhoria geral do Eixo, com foco especial na qualificação do motorista, que é o cartão de visita da empresa e o principal suporte da Metrobus no atendimento qualificado ao cliente/usuário, que é a prioridade da empresa.

Extensão

A Metrobus elaborou um projeto de extensão do Eixo Anhanguera, em conjunto com a Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Goiânia, que prevê a extensão do Eixo nas direções Oeste, no sentido Trindade até o Conjunto Vera Cruz; Noroeste, no sentido Goianira, até a Vila Mutirão; e Leste no sentido Senador Canedo, trazendo mais 20 quilômetros, mais que dobrando a atual extensão operada pela Metrobus. As obras devem começar no início de 2012.

Estão sendo realizadas as reformas das 19 plataformas e dos gradis de proteção do corredor dos ônibus no Eixo Anhanguera. Vão ser investidos R$ 651 mil nas obras. Estão em elaboração os editais para a reforma dos terminais da Praça da Bíblia e Padre Pelágio.

sábado, 26 de novembro de 2011

Anápolis : Corredor exclusivo leva 15 vezes mais pessoas

25/11/2011 - TCA

A faixa exclusiva ou corredor de ônibus, segundo pesquisas, leva até 15 vezes mais pessoas porhora que a faixa de carros ao lado. É uma política inteligente e justa, econômica e ecológica. Inteligente porque há muito mais pessoas dentro dos ônibus que nos carros, justa porque privilegia as pessoas que dependem do transporte da massa para fazer deslocamentos, econômica porque gera um custo muitas vezes menor ao governo e à sociedade que o aumento da frota de carros e ecológica porque diminui a quantidade de veículos nas ruas.

Nas cidades de médio porte, como Anápolis, a solução para o transporte coletivo urbano mais imediata e eficiente é investir em corredores, mas enquanto os consultores são unânimes em avaliar que apesar do ônibus ser o meio de transporte mais inteligente, justo, econômico e ecológico, o governo está priorizando o transporte individual de forma ilógica.

Anápolis já criou duas linhas exclusivas de ônibus:Travessa João Buta, perto do Terminal Urbano, e Avenida Brasil Sul, trecho Rua Amazílio Lima - Kartódromo Internacional. Duas experiências que resultaram em fluidez do trânsito e melhoria da qualidade de vida. Antes da criação da faixa exclusiva, o trânsito perto do Terminal Urbano era congestionado na Travessa João Buta.

Na Avenida Brasil Sul, o corredor do eixo estrutural melhorou a vida de aproximadamente 15 mil trabalhadores do Daia, que usam o transporte coletivo, apesar do gargalho do cruzamento com a BR 060. Este projeto foi encomendado pela TCB e vai ser implantado no Eixo Monumental, em Brasília.

A curto prazo, impõe-se a ampliação do corredor da Avenida Brasil até o cruzamento com a Avenida Goiás. A médio prazo seria implantado a faixa exclusiva da Avenida Goiás, que permitiria, num estágio mais avançado, a ligação ao Terminal Urbano, na Praça Americano do Brasil, com opção de chegada pela Rua Gal. Joaquim Inácio e saída pela Rua Eng. Portela. Outro corredor de ônibus seria projetado para resolver os problemas do trânsito no setor leste, o que mais cresce em Anápolis, ligando o Terminal Urbano ao Viaduto Airton Senna, que exigiria a criação de faixa exclusiva na Avenida Mato Grosso e alargamento de trecho da Avenida Geraldo de Pina, no Anápolis City. Dois corredores beneficiaram a região norte: o primeiro ligaria o viaduto da saída para Corumbá de Goiás, nas imediações do bairro Recanto do Sol e Faculdades Evangélicas, através da Avenida Brasil Norte, às avenidas Fayad Hanna e Xavier de Almeida, que fazem conexão com o Terminal Urbano. O outro corredor norte ligaria o terminal à Vila Jaiara, via avenidas Presidente Kennedy e Fernando Costa

A abertura destes corredores resultaria em acentuada melhoria do transporte coletivo e da qualidade de vida das pessoas que embarcam, desembarcam ou fazem a integração no terminal, com reflexos positivos no trânsito em geral, porque quanto mais eficiente for o transporte de público haverá menos carros nas ruas e melhor acessibilidade para a população,especialmente para os trabalhadores.

Corredores são projetos recorrentes, justificados pelo volume da frota de 180 mil veículos automotores, que será dobrada em menos de 10 anos se não for estimulado o uso do transporte coletivo. O alargamento de vias expressas exigiria altos investimentos e demandaria um tempo que a cidade não poderia esperar. Em cinco anos, o trânsito de Anápolis entraria em colapso. Levando-se em conta a questão do baixo custo e a facilidade de implantação, a alternativa mais viável para o trânsito de Anápolis está na criação de corredores e faixas exclusivas de transporte coletivo, uma solução simples, rápida e econômica. Além de beneficiar os usuários do transporte de massa, racionaliza e democratiza o trânsito

Faixas exclusivas para os ônibus não representam diminuição de espaço para os demais veículos: corredor viário estrutural com faixas preferenciais de transporte coletivo é logística de Primeiro Mundo e solução técnica que beneficia não apenas o sistema de transporte coletivo, mas o trânsito das cidades como um todo. Otimiza e racionaliza a utilização da infra-estrutura de transporte existente e beneficia motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas e pedestres. A criação de faixas exclusivas e corredores é uma tendência nas grandes e médias cidades, como Anápolis.

Para o Sr. Lacy Martins da Silva é obrigação da TCA assegurar à população mais que transporte de qualidade: avançamos em tecnologia sem perder a característica de empresa humana, que oferece o que há de melhor aos seus clientes, investindo na otimização do sistema e na implementação de ações de responsabilidade social, ambiental e cultural. O diretor da TCA observa que a criação de novas faixas exclusivas e corredores para o transporte coletivo beneficiará a todos ao levar mais clientes ao comércio e prestadores de serviço, maior segurança às indústrias e melhor qualidade de vida à população.

domingo, 20 de novembro de 2011

Projeto de corredor no Universitário servirá de modelo para Av. 24 de Outubro

19/11/2011 - Portal 730

A Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) pretende utilizar o preferencial Universitário para implantar outros corredores para ônibus em Goiânia.

De acordo com o Presidente da CMTC, José Carlos Xavier, destaca que em Goiânia, além de 14 corredores existem 102 vias de transporte utilizadas na capital. Segundo ele, o corredor universitário será piloto para os demais.

“Nesta configuração de corredor preferencial, nós temos 102 km de vias e 14 corredores. A ideia é que este processo não pare mais”, declara.

O Presidente da CMTC aponta que uma prioridade que será dada pela prefeitura de Goiânia, será no corredor da Avenida 24 de outubro.

Ele considera o trecho como algo urgente, sendo uma via de três km, no entanto, não possui canteiro central, nem possibilidade de haver ciclo faixa, pelo fato de não ter as mesmas caraterísticas da Avenida Universitária, mas garante que vai eliminar os estacionamentos ao longo da via, tendo assim a faixa preferencial dos ônibus.

domingo, 13 de novembro de 2011

Sistema de transporte coletivo de Anápolis vem se tornando referência mundial

30/04/2011 - Jornal O Contexto

O Governo do Distrito Federal, através da TCB, quer importar dois projetos da TCA: o controle das viagens por computador, sem participação humana, sistema único no mundo, e o modelo de Faixa Exclusiva de Ônibus na Avenida Brasil Sul. A revelação está na carta do Presidente da TCB – Transporte Coletivo de Brasília, Jorge Koichi Saiki:“avaliamos que foi de muita importância para a TCB a visita à TCA para iniciarmos o processo de implantação de Faixa Preferencial de Ônibus em Brasília. Outro ponto que despertou a nossa atenção, em Anápolis foi o sistema informatizado de operação das linhas no Terminal Urbano. No futuro necessitaremos da colaboração dessa empresa para adotar modelo semelhante no transporte coletivo da Capital Federal”. A carta agradece a receptividade à comitiva da TCB, que esteve em Anápolis no início de outubro para pesquisar “os diferenciais da TCA”.

NEM O PRIMEIRO MUNDO TEM
Nem as maiores e melhores cidades do mundo possuem controle de sistema de transporte coletivo urbano totalmente informatizado, como Anápolis. Em Toronto, Canadá, cidade com melhor qualidade de vida do planeta, Nova Iorque e Londres, por exemplo, as viagens do transporte de massas são controladas por computador, mas com intervenção humana, enquanto aqui a operação é inteiramente eletrônica. O sistema foi desenvolvido há mais de 15 anos, na própria TCA, que detém um dos maiores índices de automação do país.

ÔNIBUS RASTREADOS POR RADAR
Ao cumprir a sua jornada diária de trabalho e retornar à garagem, o ônibus é rastreado por radar, na portaria, onde é vistoriado. Antes do nascer do novo dia, o veículo está pronto para servir a comunidade e é mais uma vez rastreado por radar ao sair da portaria da garagem, rumo ao terminal, onde o computador central já o espera. Neste computador estão cadastradas em um banco dados todas as viagens a serem executadas diariamente para a totalidade dos itinerários do sistema.

COMPUTADOR “DECIDE” A ROTA
Ao entrar no terminal de passageiros o veículo urbano é novamente rastreado por radar, que informa ao computador central seu número e suas características. Com tais informações, o computador, sem auxílio humano, registra a hora de entrada do veículo e após consultar seu banco de dados “decide” qual viagem o ônibus deverá efetuar.

COMPUTADOR “FALA” AO MOTORISTA
Uma vez escolhida a viagem, o computador “fala” ao motorista e mostra, em um painel, o horário e o destino a serem cumpridos, sem participação de nenhum funcionário da TCA. Tudo é gravado eletronicamente (inclusive a voz) e gerenciado por computador. Sem falhas, sem atrasos e sem supressão de viagens, há mais de 15 anos.

CLIENTE É FISCAL DO SISTEMA
As plataformas de embarque têm o indicativo das linhas pertinentes ao seu setor e a lista dos horários. Por isso os usuários já sabem qual o destino do veículo que acaba de estacionar e o horário de sua partida. Assim, cada cliente por ser um fiscal do sistema.

TEMPO DE VIAGEM É PROGRAMADO
Na saída do terminal, para mais uma viagem, o ônibus é rastreado por outro radar que informa a ocorrência ao computador central. Registrado o horário de saída do ônibus, o computador dispara um cronômetro, marcando o tempo em que o mesmo deverá retornar ao terminal. O ciclo se repete até que o computador “julgue” não mais precisar daquele veículo, quando determina, sem auxílio humano, seu retorno à garagem para ser novamente vistoriado, lavado e revisado.

PARECE FICÇÃO MAS É REAL
Esse sistema, criado na própria TCA, é pioneiro no mundo e garante a realização de todas as viagens programadas, nos horários pré-determinados. A equipe tem o cuidado com a perfeição, pois sabe que os detalhes da operação são registrados e gravados eletronicamente. Coisa de cinema, de ficção, que é realidade em Anápolis há mais der 15 anos.
A informatização garante a regularidade dos horários, a confiabilidade do sistema e contribui para a melhoria da qualidade de vida da população, atração de novos investimentos e geração de empregos. Referencial de Anápolis, o sistema de transporte coletivo urbano é considerado um dos melhores do país.

CORREDOR DE ÔNIBUS DA AV. BRASIL
Outro projeto da TCA que desperta o interesse dos gestores do transporte coletivo do Distrito Federal é a Faixa Exclusiva de Ônibus da Avenida Brasil Sul, o primeiro corredor viário estrutural de Anápolis. No trecho entre a Anadiesel e o Trevo de Daia, o estacionamento é proibido e existe a possibilidade de compartilhamento do tráfego entre o transporte particular e o coletivo, exclusivamente para o acesso de saída e entrada às vias auxiliares. Nos cruzamentos, a prioridade de passagem é do transporte coletivo, permitindo-se que os ônibus reduzam a necessidade de efetuar manobras complexas de parada para embarque e desembarque, que passam a ser feitas no mesmo alinhamento. Essa iniciativa, que futuramente será estendida a outras vias essenciais da cidade, tem como objetivo aumentar a atratividade do transporte público e a velocidade média dos ônibus, reduzindo os tempos de embarque, desembarque e percurso. O corredor permite que uma mesma frota possa fazer mais viagens diárias. Os ônibus passam a enfrentar menor obstacularização por tráfego lento e não necessitam fazer manobras evasivas para desviar de outros veículos.

LOGÍSTICA DE PRIMEIRO MUNDO
O desempenho operacional das linhas do Daia – Distrito Agroindustrial de Anápolis trouxe benefícios ao conjunto do sistema de transporte coletivo da cidade, diminuindo o tempo das viagens num corredor de grande extensão e que concentra acentuado volume de passageiros. Faixas exclusivas para os ônibus não representam diminuição de espaço para os demais veículos. Corredor viário estrutural com faixas preferenciais de transporte coletivo é logística de Primeiro Mundo e solução técnica que beneficia não apenas o sistema de transporte coletivo mas o trânsito das cidades como um todo.
O projeto beneficiou motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas e pedestres e gerou qualidade aos deslocamentos e fortalece a consciência da cidadania, através da democratização dos acessos às oportunidades que a cidade oferece. É um instrumento a serviço da organização do espaço urbano, como indutor do seu processo de ocupação.

ANÁPOLIS ESTÁ NA VANGUARDA
Na avaliação da Diretora Financeira da TCA, empresária Cida Braga, o interesse dos gestores do transporte coletivo de Brasília pelos projetos da TCA comprovam, mais uma vez, que Anápolis vanguarda, não obstante ser uma cidade do interior: “não raramente, empresários e técnicos de vários estados e mesmo do exterior buscam as tecnologias que consagraram nosso serviço como um dos melhores do país, especialmente o sistema de controle informatizado das viagens, a integração total das linhas e a bilhetagem eletrônica de última geração”. Para a empresária, este destaque é fruto do trabalho sério e incessante da equipe TCA, desde 1963.

ORGULHO PARA ANÁPOLIS E PARA GOIÁS

Para o Diretor da TCA, Sr. Lacy Martins da Silva, exportar tecnologia é motivo de orgulho para Anápolis e para o Estado de Goiás, ao mesmo em que gratifica e incentiva a empresa a implantar novos projetos e disponibilizar aos seus clientes atendimento cada vez melhor. “Nossa preocupação, todavia, vai além da garantia da qualidade e da valorização de nossa equipe”, finalizou o empresário, ao ressaltar que a empresa investe na formação das futuras gerações, no social e na preservação do meio ambiente, em sintonia com a filosofia dos diretores da Transbrasiliana, empresários Odilon Walter Santos e Lázaro Moreira Braga.

Fonte: Jornal Contexto

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Em Goiânia, CMTC apresenta projeto do corredor exclusivo na Avenida Universitária

10/11/2011 - G1

A Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) apresentou, nesta quarta-feira (9), o projeto da construção do corredor exclusivo para ônibus na Avenida Universitária - também conhecida como Rua 10 -, em Goiânia. As obras, que já começaram, vão custar, segundo a CMTC, cerca de R$ 5 milhões e a previsão de término é abril de 2012.

O eixo, que vai ligar a Praça Cívica, no Centro, ao Setor Universitário, terá 2,7 km de extensão. De acordo com o presidente da CMTC, José Carlos Xavier, o objetivo é melhorar o trânsito na região. “O objetivo é melhorar a fluidez tanto dos ônibus quanto dos veículos”, explica.

Para atingir a meta, o estacionamento de veículos vai ser proibido dos dois lados da avenida. Também fica proibida a conversão em alguns pontos e um sistema eletrônico vai monitorar o trecho.

A Agência Municipal de Obras (Amob) vai ser a encarregada de fazer o sistema de drenagem e a substituição do pavimento. A Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) é a responsável pela iluminação e padronização de calçadas e quiosques e a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) vai substituir 270 árvores e plantar outras 800 espécies.

Ciclovia

O projeto prevê ainda a construção de uma ciclovia no trecho. “Uma ciclofaixa será colocada no canteiro central e vai percorrer toda a extensão. Ela começa na Praça Cívica, onde terá um paraciclo [estacionamento para bicicleta], e vai até Terminal da Praça da Bíblia, onde teremos outro paraciclo”, explica o presidente da CMTC.

Ainda de acordo com José Carlos Xavier, o projeto serve de modelo para a construção de outros 14 corredores exclusivos para ônibus em Goiânia.

sábado, 29 de outubro de 2011

Em Goiânia, Eixo Anhanguera já conta com 58 novos ônibus

27/10/2011 - Goiás Agora

A Metrobus já conta com 58 novos ônibus, substituindo mais de 60% da frota antiga do Eixo Anhanguera, em Goiânia. São 21 biarticulados e 37 articulados. Deste total, 50 estão circulando e oito estão sendo preparados para entrar em circulação, faltando apenas o licenciamento junto ao Detran. A previsão é de que os 90 veículos adquiridos em julho deste ano pela Metrobus estejam à disposição da população na segunda quinzena do próximo mês. Foram investidos R$ 87 milhões para a aquisição da nova frota.

sábado, 8 de outubro de 2011

Nova frota do Eixão chega a 32 ônibus

08/10/2011 - 0 Hoje

Desde ontem, mais 21 ônibus articulados e biarticulados estão em circulação no Eixo Anhanguera, totalizando 32 veículos novos. Segundo a Metrobus, até a segunda quinzena de novembro, toda a frota do eixo – 90 veículos, que transportam 240 mil usuários por dia – vai ser substituída pelos novos ônibus. A troca ocorre de forma gradativa e a primeira leva ocorreu no dia 6 de setembro, quando 11 veículos antigos deixaram de circular.


Presidente da Metrobus, Carlos Maranhão afirma que a troca já provocou impactos positivos no atendimento aos usuários e também na redução dos custos de operação do sistema. Segundo ele, já ocorre a redução nos gastos com a manutenção dos ônibus. A estimativa é que o custo médio era de R$ 600 mil mensais para manter os ônibus em condições de tráfego e que a redução chega a 30%.

A Metrobus efetuou a compra de 30 ônibus biarticulados e 60 articulados, gastando, ao todo R$ 87 milhões na renovação da frota, adquirida do consórcio das empresas Suécia/San Marino. A empresa estatal também promete a reforma das 19 plataformas de embarque e desembarque e a troca de todo o pavimento dos 14 km da pista central da Avenida Anhanguera, por onde circulam os ônibus. As licitações acontecem este mês, nos dias 13, para as plataformas, e 18, para o pavimento.

Fonte: O Hoje (http://www.ohoje.com.br/cidades/08-10-2011-nova-frota-do-eixao-chega-a-32-onibus/)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Prefeitura de Goiânia apresenta projeto do "Eixo Norte-Sul"
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Durante audiência pública realizada no Paço Municipal nesta terça-feira (04), foi apresentado à população o projeto do “Eixo Norte-Sul”. Similar ao Eixo-Anhanguera, ele terá 26 quilômetros de extensão, 22 em Goiânia e quatro em aparecida. Ligando o terminal recanto do bosque ao Veiga Jardim, a via exclusiva dará mais agilidade ao transporte coletivo, como ressaltou o presidente da CMTC, José Carlos Xavier, em entrevista coletiva.

“É um corredor estruturante do sistema e captura a demanda de várias regiões. A população vai ser muito beneficiada porque ele vai promover esse deslocamento com muito mais agilidade e conforto”.

Somente na capital, as obras devem chegar a R$ 200 milhões, provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), do Ministério das Cidades. O projeto ainda precisa ser aprovado, mas segundo o presidente da CMTC, a aprovação deve sair nos próximos dias. Em seguida será aberto o processo licitatório. Já as obras, devem ser iniciadas no próximo ano

“Estamos aguardando pra muito breve o resultado. A expectativa é que o governo federal financie todo esse corredor. Assim que o governo disponibilizar, com certeza no início do ano que vem vamos iniciar as obras”, informou Grafite.

Prefeitura de Goiânia apresenta projeto do "Eixo Norte-Sul"

07/10/2011 -

Durante audiência pública realizada no Paço Municipal nesta terça-feira (04), foi apresentado à população o projeto do “Eixo Norte-Sul”. Similar ao Eixo-Anhanguera, ele terá 26 quilômetros de extensão, 22 em Goiânia e quatro em aparecida. Ligando o terminal recanto do bosque ao Veiga Jardim, a via exclusiva dará mais agilidade ao transporte coletivo, como ressaltou o presidente da CMTC, José Carlos Xavier, em entrevista coletiva.

“É um corredor estruturante do sistema e captura a demanda de várias regiões. A população vai ser muito beneficiada porque ele vai promover esse deslocamento com muito mais agilidade e conforto”.

Somente na capital, as obras devem chegar a R$ 200 milhões, provenientes do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2), do Ministério das Cidades. O projeto ainda precisa ser aprovado, mas segundo o presidente da CMTC, a aprovação deve sair nos próximos dias. Em seguida será aberto o processo licitatório. Já as obras, devem ser iniciadas no próximo ano

“Estamos aguardando pra muito breve o resultado. A expectativa é que o governo federal financie todo esse corredor. Assim que o governo disponibilizar, com certeza no início do ano que vem vamos iniciar as obras”, informou Grafite.

sábado, 24 de setembro de 2011

Metrobus promete novo Eixo (MP)
sábado, 24 de setembro de 2011


Cejane Pupulin
As 19 estações do Eixo Anhanguera e o Terminal da Praça da Bíblia, em Goiânia, passarão por reformas profundas a partir da segunda quinzena do mês de outubro. A informação é do presidente da Metrobus – empresa estatal responsável pelo Eixo –, Carlos Maranhão. As obras ainda estão em processo de licitação.
Enquanto a reforma não começa, como ação emergencial na via, a Metrobus realiza a frenagem do asfalto – processo que retira cerca de dois centímetros da massa asfáltica superior da pista – em quatro trechos. De acordo com Maranhão, esse procedimento permite retirar o óleo da pista e evitar acidentes. “Se as chuvas começarem, esses trechos poderiam causar imprevistos.” Os locais em que haverá as ações emergenciais são: estação do Palmito, no Jardim Novo Mundo, nas proximidades do Hospital de Geral de Goiânia (HGG); na região do Dergo; e do Capuava. As duas primeiras já foram realizadas.
Em outubro, todo o asfalto dos 14 quilômetros do Eixo será trocado. Além disso, todas as plataformas e os cinco terminais que recebem os ônibus do Eixo Anhanguera serão beneficiados. As 19 plataformas receberão pintura nova e ainda vão ganhar um novo visual. Segundo Maranhão, as grades das estações serão retiradas e os passageiros terão locais para sentar após as modificações. “Para embelezar a cidade, os canos da via serão trocados por floreiras”, complementa.
Outra novidade para os passageiros nas plataformas é a instalação, já realizada, de seis câmaras de segurança em cada uma. Para as obras, serão investidos R$ 4 milhões, em uma parceria entre a Metrobus e Prefeitura de Goiânia. 
A principal reforma de terminal é o da Praça da Bíblia, que também será ampliado em 80 metros quadrados. Só para essa obra serão investidos R$ 2,2 milhões. Segundo Maranhão, as alterações no local seguirão os moldes da reforma do Terminal Cruzeiro, em Aparecida de Goiânia. A ampliação do local será para receber os ônibus das linhas alimentadoras.
Em seguida, ainda este ano, será lançada a reforma do Terminal Padre Pelágio. E para o próximo ano, o Terminal Novo Mundo passará por obras. Os terminais da Praça A e do Dergo apenas terão os sanitários melhorados.

Ônibus

A Metrobus negou que alguns dos 25 novos ônibus adquiridos no último dia 6 para o Eixo Anhanguera estão estragados. Carlos Maranhão complementou que todos os veículos adquiridos são novos e têm garantia. “Quando você compra um carro zero na concessionária tem a garantia. O mesmo é com os ônibus.” 
A Metrobus confirmou que, no próximo dia 30 de setembro, outros cinco novos ônibus começarão a rodar pelo Eixo Anhanguera. O objetivo é que o restante dos 60 novos veículos comecem a trabalhar na primeira quinzena de novembro.
Fonte da Matéria: http://www.mp.go.gov.br/

sábado, 10 de setembro de 2011

GO já tem maior ônibus do mundo
SEG, 05 DE SETEMBRO DE 2011 15:15 ESCRITO POR REDAÇÃO WEBTRANSPO - FOTOS: DIVULGAÇÃO 0 COMENTÁRIOS

Cidades adotam novo sistema Mega BRT

Modelos foram entregues na semana passada

Transportar um maior volume de pessoas em menos tempo. Esta é a proposta das fabricantes de ônibus para atender a futura demanda de passageiros. Já viraram corriqueiros os lançamentos de modelos “gigantes” com capacidade para mais de 200 usuários.

Curitiba (PR) foi a primeira a receber em 1992 veículos com 25 metros e, em julho passado, colocou em operação modelos de 28 metros. Agora, a cidade de Goiânia (GO) também anuncia a entrada em operação de unidade idêntica, considerado o maior ônibus do mundo.

Trata-se dos chamados Mega BRT, encarroçados pela Neobus. A prefeitura da capital, em conjunto com a Metrobus – responsável pelo transporte urbano – adquiriu 30 ônibus biarticulados de 28 metros e 60 articulados, com 21 metros de comprimento, montados em cima de chassis produzidos pela Volvo.

Os novos ônibus começaram a ser entregues semana passada. Eles irão circular no corredor Anhanguera, que já está preparado para receber veículos deste porte.

Ligeirão já roda em Curitiba250 pessoas

De acordo com a prefeitura de Curitiba, os modelos biarticulados permitem o transporte de mais passageiros. Enquanto os coletivos garantem o embarque de até 180 usuários por viagem, os novos carros permitem o deslocamento de até 250 passageiros por viagem – um ganho de capacidade real de cerca de 47%.

Em março do ano passado, a cidade de São Paulo havia recebido, também da Volvo, um lote de 100 ônibus B9Salf, capacitados para mais de 200 passageiros.

Na época, a justificativa para a integração foi “a capacidade de transporte de 100 ônibus biarticulados é de 20 mil pessoas por dia, enquanto que para chegar a esse número são necessários algo perto de 14 mil veículos nas ruas”.

Encarroçada pela Caio Induscar – que também pertence ao Grupo Ruas - a centena de ônibus está sendo utilizada nas frotas das empresas Campo Belo, Cidade Dutra, Via Sul e Vip.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Anápolis: Questão do Terminal Urbano II está perto do fim

Um dos as sun tos mais es pi nho sos e ge ra do res de po lê mi ca so bre o se tor de tran spor te co le­ti vo em Aná po lis pa re ce es tar sen do en ca mi­nha do pa ra uma so lu ção de fi ni ti va. No dia 13 de se tem bro, o Su pe ri or Tri bu nal de Jus ti ça (STJ) irá jul gar re cur so de agra vo de ins tru­men to im pe tra do pe la em pre sa Tran spor te Co­le ti vo de Aná po lis (TCA). O mo ti vo é a lo ca li­za ção do Ter mi nal Ur ba no si tu a do ao la do da Pra ça do Avi ão, tam bém co nhe ci do co mo Ter­mi nal II.

O as sun to vem sen do al vo de de ci sões por par­te do Po der Ju di ci á rio des de 2006. Em um pri­mei ro jul ga men to, re a li za do em se de de ação ci vil pú bli ca, o ju iz Se bas ti ão Jo sé de As sis Ne­to pro fe riu, há dois anos, de ci são con trá ria à da con ces sio ná ria do ser vi ço re la ti vo a tran­spor te co le ti vo em Aná po lis. A sen ten ça foi con va li da da pe lo Tri bu nal de Jus ti ça (TJ). Nos ter mos da de ci são, a TCA te ria pra zo de dois anos pa ra re ti rar as ins ta la ções do Ter mi nal II de sua atu al lo ca li za ção.

A em pre sa en trou com re cur so de agra vo de ins tru men to, que atu al men te aguar da de ci são na cor te na ci o nal su pre ma pa ra as sun tos in fra­cons ti tu ci o nais, ou se ja, que não tra tam de ma té ria es tri ta men te cons ti tu ci o nal, cu ja com pe tên cia ori gi ná ria per ten ce ao Su pe ri or Tri bu nal Fe de ral (STF), a mais al ta cor te do or de na men to ju rí di co bra si lei ro.

Des de que en trou pa ra a pau ta de dis cus sões en tre re pre sen tan tes dos se to res in te res sa dos, o te ma tem en vol vi do to da a so ci e da de ana po­li na. En tre os usu á rios do sis te ma de tran spor­te co le ti vo do mu ni cí pio, há di vi são de opi ni­ões. Al guns acre di tam que a per ma nên cia das ins ta la ções on de es tão fa ci li tam o flu xo, uma vez que se ria mais fá cil o des lo ca men to pri­mei ra men te pa ra o Cen tro da ci da de e de pois pa ra sub-es ta ções ali men ta do ras nos bair ros.

Quem de fen de a sa í da do Ter mi nal II da Área Cen tral afir ma que o mo de lo atu al já não cor­res pon de nem à con fi gu ra ção do ter ri tó rio fí si­co da ci da de que exis te ho je, com uma man­cha ur ba na ain da em fa se de ex pan são, nem às no vas res tri ções que a ma lha vi á ria da ci da de apre sen ta pa ra um trân si to mais flui do. Há aque les que cul pam o ex ces so de ve í cu los gran des e pe sa dos, co mo os ôni bus, pe la len ti­dão no trân si to. A so lu ção apre sen ta da por es­sa cor ren te de opi ni ão é aque la de uma re de de su bes ta ções com li ga ção di re ta nos pon tos de mai or flu xo de pes so as, do ti po in ter bair­ros, com um ter mi nal ur ba no pa ra cen tra li zar o flu xo de ve í cu los mais afas ta do da Área Cen­tral.

De acor do com o ge ren te de Lo gís ti ca da TCA, Da ni el Car va lho, a mu dan ça do Ter mi nal II da Área Cen tral re pre sen ta ria um re vés em ter­mos de ci da da nia. "A exis tên cia do Ter mi nal no Cen tro ga ran te um aces so mui to mais fa ci li ta­do das pes so as, não im por ta em que bair ro mo ram, ao Cen tro", sa li en ta. Ele acres cen ta que, con tra ri a men te a ci da des que já co nhe­ce ram pro ces so de de sen vol vi men to de au to­su fi ci ên cia, o Cen tro de Aná po lis ain da é a prin ci pal área de con ta to en tre o co mér cio lo­cal e o mer ca do de con su mo.

Se gun do o eco no mis ta Ál va ro Vaz, em ci da des com es se ti po de con fi gu ra ção qual quer au­men to dos cus tos de tran spor te sig ni fi ca ria um re vés pa ra a ci da da nia. "O aces so fa ci li ta do ao Cen tro de Aná po lis por aque les que não pos su­em au to mó vel é o que ga ran te não só o di rei to ao con su mo quan to um gran de nú me ro de co­mer cian tes que atuam nes se se tor que cha ma­mos de ter ci á rio in fe ri or, que aten de ao con­su mo de gru pos com me nor fai xa de ren da", ana li sa.

Mas a po lê mi ca não pa ra por aí. Gran de par te dos de fen so res da re ti ra da do Ter mi nal II das pro xi mi da des da Pra ça do Avi ão afir ma que sua exis tên cia im pe de uma mai or va lo ri za ção de um dos mais im por tan tes pré di os his tó ri cos da ci da de, o da Es ta ção de Trem, eri gi da du ran te a dé ca da de 1930 e con si de ra da mar co de um pe rí o do na his tó ria do mu ni cí pio cha ma do de Pri mei ra Era Lo gís ti ca. A po si ção ofi ci al da TCA é de que o pré dio, on de es tá, é vis to por uma quan ti da de di á ria de pes so as que va ria en tre os 11 mil e os 14 mil e que de ou tra for ma ele di fi cil men te se ria vis to por um vo lu me tão gran de de pes so as.

Os crí ti cos des sa po si ção, por ou tro la do, afir­mam que o pré dio da Es ta ção de Trem não vem cum prin do su as fun ções, ou os atri bu tos que po de ri am ser-lhe con fe ri dos ca so in te gras­se um es pa ço es pe ci al men te de di ca do a ati vi­da des cul tu ra is. A idéia ga nha cor po en tre pro­mo to res cul tu ra is, ar qui te tos e de fen so res do pa tri mô nio his tó ri co, exis tin do até mes mo pro­je tos pa ra que to da a área se ja trans for ma da em um com ple xo des ti na do a abri gar ca fés, bi­bli o te cas se to ri ais, um an fi te a tro e até mes mo um cen tro de ar qui vos pú bli cos de ca rá ter his­tó ri co, fun ção pa ra a qual o pré dio da Es ta ção te ria ins ta la ções con si de ra das ide ais.

O pro ces so que de ve ter sua de ci são fi nal pro­fe ri da no dia 13 de se tem bro cor re em se gre do de jus ti ça, mas fon tes con sul ta das pe la re por­ta gem da Tri bu na de Aná po lis que pre fe ri ram não se iden ti fi car in for mam que a ten dên cia é pa ra a ma nu ten ção das de ci sões pro fe ri das tan to pe la cor te com se de em Aná po lis quan to pe lo TJ go i a no.

Fonte: Tribuna de Anápolis(http://www.tribunadeanapolis.com.br/component/content/article/25-cidade/1633-questao-do-terminal-esta-perto-do-fim)
Postado por Rafael Martins às 18:47
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Em Goiânia, Medidas vão beneficiar usuários do Eixo Anhanguera, Metrobus terá ônibus novos articulados e biarticulados

09/08/2011 - Jornal Imprensa



O governo do Estado, por meio da  Metrobus Tansporte Coletivo S/A, atende às antigas reivindicações dos usuários do Eixo Anhanguera com  a compra de novos ônibus e anúncio de diversas melhorias. O presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, explica que os investimentos ultrapassam os R$ 90 milhões  e fazem parte dos compromissos firmados pelo governador do Estado, Marconi Perillo. “Assim nós vamos oferecer mais conforto, diminuir a superlotação, evitar o tumulto gerado no embarque  e desembarque nos terminais e plataformas do Eixo”, explica o presidente.   

Já no próximo dia 27 de agosto serão entregues à população 25 novos veículos, 20 articulados com capacidade para 170 pessoas cada, e cinco biarticulados com capacidade para 270 passageiros cada. Até o mês de novembro deste ano toda a nova frota ultramoderna, 90 veículos no total (30 biarticulados e 60 articulados),   estará à disposição dos 240 mil passageiros/dia do Eixo. O presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, afirma que apesar da frota diminuir (atualmente são 104 ônibus) a capacidade será ampliada em 20%.   “Todos os ônibus serão substituídos. É uma frota antiga, com média de 13 anos de uso. Cada novo ônibus, articulado e biarticulado,  comporta 100 passageiros a mais do que os antigos similares. Estamos  dando assim um importante passo para a nova prioridade da Metrobus, que é o cidadão, o nosso cliente”, completa.

No último dia 1º, Carlos Maranhão apresentou o modelo do ônibus que vai circular no Eixo. O Mega-BRT(sigla inglesa para Ônibus de Transporte Rápido) da marca Volvo, modelo 2011/2012,  montado pelo consórcio Suécia/San Marino. A nova frota tem motor e suspensão eletrônicos, computador de bordo, monitor de TV e sistema eletrônico de segurança que não permite o deslocamento do veículo de porta aberta.   No interior  dos veículos haverá painéis eletrônicos que identificam qual a próxima parada a ser realizada pelo ônibus e equipamentos de áudio com a mesma função.O ônibus ainda será monitorado por câmeras. “Além de ultramodernos, são os maiores ônibus de passageiro do Brasil e do mundo”, explica Maranhão.

A nova pintura dos novos ônibus será azul, baseada nas cores da estatal. O novo modelo de pintura foi escolhido em consulta popular, em pesquisa realizada nos cinco terminais pela Epom- Pesquisa e Mercado, nos dias 28 e 29 de julho. Foram consultadas 22.640 pessoas. A opção escolhida obteve 39,8% dos votos.    
 
Melhorias
 
O presidente ainda anunciou que os passageiros serão beneficiados com a reforma de terminais e da pista por onde os ônibus trafegam. As obras começam em setembro,. “As licitações  já estão sendo elaboradas, mas como elas demoram em torno de 30 dias para ficarem prontas, as obras devem começar no mês de setembro. Até dezembro, os usuários do transporte coletivo já terão as melhorias”, confirma. O terminal da Praça da Bíblia será o primeiro a ser   reformado, sendo ampliado em 80 metros. O próximo será o terminal Padre Pelágio que deve ser concluído no começo de 2012.

O próximo passo será a reforma da pista do eixo. Maranhão afirma que esse é um dos grandes problemas enfrentados pela empresa e explica, que além de sofrer recapeamento, o corredor do eixo será ampliado para a circulação dos veículos que farão a linha expressa, parando apenas nos terminais. “Isso vai permitir  que os ônibus  façam ultrapassagem e sigam roteiros específicos, que serão chamados de linha expressa”, informa. O presidente da Metrobus explica ainda que um dos grandes problemas que o eixo enfrenta hoje é a baixa velocidade dos veículos que formam comboios atrasando as viagens. “Então vamos fazer uma linha direta para as pessoas que vão de um terminal para o outro e fazer integração  a outras linhas de ônibus”, completa. Para reformar a pista e abrir locais de ultrapassagem, Maranhão explica que parte da avenida, destinada aos carros comuns, será invadida. O presidente ressalta que os motoristas não serão prejudicados pois os locais escolhidos não deverão ter estacionamento.

Expansão

Carlos Maranhão ainda anunciou a expansão do Eixo Anhanguera no sentido noroeste e oeste da Capital até junho de 2012. Para a expansão oeste um terminal deverá ser construído no Setor Vera Cruz onde a linha deve chegar para abranger a cidade de Trindade.   Depois que a expansão oeste for concluída a linha será estendida sentido noroeste até a Vila Mutirão, para abranger a cidade de Goianira. Em 2013, de acordo com o presidente, a linha também será expandida sentido leste abrangendo a cidade de Senador Canedo, indo até o Jardim das Oliveiras.

O presidente da Metrobus afirma que os motoristas estão passando por novos treinamentos e os 60 fiscais de transporte que trabalham nas plataformas e nos terminais do Eixo Anhanguera estão sendo preparados. “Essas medidas também fazem parte do trabalho de viabilização das melhorias implantadas no Eixo Anhanguera que têm como eixo principal, como prioridade, a melhoria na qualidade do atendimento aos nossos clientes”, ressalta Carlos Maranhão.  

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Obras nos Terminais Pça. da Bíblia e Padre Pelágio podem começar este ano

02/08/2011 - Portal 730

Após várias reinvindicações e protestos nos últimos meses, os usuários do Eixo-Anhanguera finalmente vão receber melhorias para o uso dos terminais e do transporte coletivo, segundo uma afirmação do Presidente da Metrobus, Carlos Maranhão para o repórter Rubens Salomão.

A empresa apresentou um dos 90 novos ônibus comprados para substituir a atual frota, composta por 113 veículos. De acordo com Carlos Maranhão, apenas 87 destes 113 rodam na Avenida Anhanguera, e a grande foi adquirida a mais de 13 anos.

“A primeira diferença fundamental é que os ônibus velhos têm uma idade muita avançada, os anteriores tinham uma capacidade de 220 passageiros e estes novos terão uma capacidade de 270. Estamos aumentando em mais de 25% a capacidade do sistema para atender os 240 mi passageiros do Eixo-Anhanguera”, declara.

Até o fim de agosto, 25 novos ônibus estarão rodando, sendo 20 articulados e cinco biarticulados. A Metrobus fez um consórcio com as empresas Suécia e San Marino, que têm até o fim de novembro para entregar todos os 90 novos ônibus.

O investimento total do Estado para a compra dos veículos foi de R$ 87 milhões. Além disso, também serão feitas reformas nos terminais e na pista do corredor exclusivo da Avenida Anhanguera.

As obras devem começar em setembro, e os primeiros terminais a serem mudados serão o da Praça da Bíblia, e o Terminal Padre Pelágio. Para isso, será necessário o investimento de mais R$ 11 milhões.

“É preciso oferecer outros tipos de serviços que não seja só o parador, primeiro para evitar que se formem comboios ao longo da avenida, segundo que boa parte das pessoas tem um destino já certo e quer ir direto para um ponto mais afastado. E para essas pessoas vamos disponibilizar os ônibus expressos, que é aquele que só vai parar nos terminais”, explica.

Fonte: Portal 730 (http://portal730.com.br/noticias/cidades/21793-obras-nos-terminais-praca-da-biblia-e-padre-pelagio-podem-comecar-este-ano.html)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Goiânia: Metrobus apresenta novo modelo de ônibus e divulga o resultado da pesquisa sobre a cor dos novos veículos

01/07/2011 - Goias Agora

O Governo de Goiás, por meio da Metrobus, adquiriu 90 ônibus articulados e biarticulados junto ao consórcio formado pelas empresas Suécia e San Martino, que vão atender a linha do Eixo-Anhanguera. A previsão do presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, é de que até o final deste mês 25 novos ônibus estejam circulando (20 articulados e cinco biarticulados). “Esses novos ônibus vão aumentar em 20% a capacidade de transporte de passageiros”, frisa Carlos Maranhão.

A frota atual da Metrobus é de 110 ônibus, que serão substituídos pela nova frota. O novo modelo de ônibus foi apresentado nesta tarde à imprensa. O consórcio tem um prazo de entrega até o mês de outubro para os 30 biarticulados e até o mês de novembro para os 60 articulados. Os contratos de compra foram assinados no dia 22 de julho.


Os usuários da linha do Eixo-Anhanguera participaram de uma enquete, realizada pelo Epom-Pesquisa de Mercado, nos dias 28 e 29 de julho, nos cinco terminais da linha para a escolha do modelo da pintura da nova frota. Foram disponibilizadas três cores para votação: azul; prata com detalhes de outras cores e azul com detalhes verde e amarelo. A maioria dos 22.640 entrevistados escolheu a cor azul, elaborada a partir das cores que representam a Metrobus S/A.

Os 90 veículos, do modelo Mega-BRT (sigla inglesa para ônibus de trânsito rápido), da marca Volvo, custaram aos cofres do Tesouro Estadual, R$ 87 milhões. “Esses veículos são os maiores articulados do Brasil e do mundo”, destaca o presidente da Metrobus. Os ônibus têm motor eletrônico, suspensão eletrônica, computador de bordo, monitor de TV e um sistema eletrônico de seguranaça que não permite o deslocamento com a porta aberta. Os articulados suportam 170 passageiros, com 45 assentos; já os biarticulados têm 270 lugares e 60 assentos, com espaço para uma cadeira de rodas.

Investimentos

O presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, anunciou que além da renovação completa da frota do Eixo-Anhanguera serão executadas obras de reforma e ampliação ao longo da via, no valor de R$ 11 milhões. O Governo do Estado em parceria com a prefeitura de Goiânia vai substituir o asfalto antigo da Avenida Anhanguera. “Vamos reformar todas as plataformas de passageiros e os terminais da Praça da Bíblia e Padre Pelágio. O da Praça da Bíblia será ampliado em 80 metros, e deve ser concluído até o final deste ano. Está prevista também a ampliação da linha no sentido oeste, até o Vera Cruz. Com a chegada dos Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) a nova frota será utilizada na extensão do Eixo Anhanguera", explica Maranhão.

Sobre a reclamação dos passageiros do Eixo-Anhanguera, relativa ao tumulto nos terminais, o presidente da Metrobus disse que “parte do problema do tumulto nos terminais se deve a existência de camelôs e à falta de organização das filas. Estamos treinando 60 antigos fiscais para resolver esses problemas”. Outra reivindicação dos usuários da linha é referente à baixa velocidade dos ônibus. “A solução é fazer linhas diretas, em locais com demanda maior. Vamos enlarguecer a pista em alguns pontos, para que seja permitida a ultrapassagem. Ela vai invadir a pista dos carros. Em alguns lugares não será permitido estacionar”, afirma Carlos Maranhão.

Fonte: Goiás Agora (http://www.noticias.goias.gov.br/index.php?idMateria=110632&tp=positivo)

domingo, 31 de julho de 2011

Metrobus apresenta modelo de ônibus da nova frota

30/07/2011 - Governo do Estado de Goias

A Metrobus apresenta na próxima segunda-feira, dia 1º, às 10h, o resultado da consulta popular sobre a escolha da pintura da nova frota de ônibus, adquirida pela estatal. O presidente, Carlos Maranhão, vai apresentar também um ônibus modelo que estará em exposição no pátio da empresa. Três modelos de pintura estão sendo apresentados: azul, prata com detalhes de outras cores, e azul com detalhes verde e amarelo.

Os 90 veículos zero Mega-BRT (sigla inglesa para ônibus de trânsito rápido) são da marca volvo modelo 2011/2011 e 2011/2012. Os ônibus terão motor eletrônico, suspensão eletrônica, computador de bordo, monitor de TV e um sistema eletrônico de segurança que não permite o deslocamento do veículo com a porta aberta. Os ônibus articulados terão capacidade para 170 passageiros, com o limite máximo de 6 passageiros por metro quadrado. O espaço interno terá 45 assentos mais espaço exclusivo para uma cadeira de rodas.

Os biarticulados terão capacidade para 270 passageiros, também com o limite máximo de 6 passageiros por metro quadrado. O espaço interno terá 60 assentos mais e espaço para uma cadeira de rodas. O ônibus-modelo que será apresentado na segunda-feira é um articulado. A Metrobus fica na Rua Patriarca, nº 299, na Vila Regina, depois do Terminal Padre Pelágio.
Mais informações: (62) 3297-4835
http://www.noticias.go.gov.br/

domingo, 24 de julho de 2011

Frota do Eixo Anhanguera começa a ser substituída em agosto

24/07/2011

Os novos ônibus serão Volvo B340M Mega BRT

A partir de agosto, começam a chegar os novos ônibus que vão substituir a frota do Eixo Anhanguera. Ao total, serão 90 veículos que irão atender a demanda dos usuários e que serão colocados de forma gradativa. “Não vamos esperar chegar todos para colocá-los nas ruas”, explica o presidente da Metrobus, Carlos Maranhão. “Vamos substituindo aos poucos porque os atuais estão velhos, com mais de 13 anos de uso, e os passageiros não podem esperar mais tempo”.

São 30 ônibus biarticulados, com capacidade para 270 passageiros cada um, e 60 articulados, com capacidade para 170 cada que, juntos, custaram quase R$ 90 milhões, recursos da Metrobus. Cada ônibus articulado custou em torno de R$ 840 mil e, o biarticulado, R$1,2 milhão cada. O valor será financiado pela Metrobus para ser pago em cinco anos, com seis meses de carência. A previsão é de que, até o final de novembro, todos os 90 estejam circulando.

A nova frota vai atender a demanda de usuários do eixão que, hoje, supera os 240 mil usuários, por dia, segundo dados da Metrobus, o que corresponde a quase 25% do número de passageiros de todo o sistema de transporte. Hoje a frota atual é composta por 84 ônibus, cada um com capacidade menor de passageiros.
A Metrobus também está fazendo melhorias na pista do Eixo Anhanguera, em parceria com a prefeitura, e a reforma dos terminais. A previsão é de que estas obras sejam concluídas até dezembro deste ano. A empresa vai ainda investir em serviço de qualidade dentro dos terminais. São ações que incluem reforço na vigilância, apoio no embarque e desembarque de passageiros, serviços de limpeza permanente e atendimento de urgência na área da saúde, para casos de acidentes.Carlos Maranhão adiantou que, na quarta-feira da próxima semana, vai lançar um concurso de pintura dos ônibus do Eixo Anhanguera. A Metrobus vai expor modelos e deixar que os usuários escolham qual o melhor.
Fonte: Goiás Agora

Foto: Mateus Novaki (Ônibus de Curitiba - PR)

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Metrobus assina contratos para compra de 90 ônibus

22/07/2011 - Folha de Noticias

O presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, assina daqui a pouco, às 8 horas, dois contratos liberando a compra de 90 novos ônibus, para o Eixo Anhanguera. A solenidade vai ser na sede da empresa, na Rua Patriarca, número 299, na Vila Regina, em Goiânia. Os contratos preveem a compra de 30 ônibus biarticulados e 60 articulados, mediante licitação realizada nos dias 14 e 15 deste mês, vencidas pelo consórcio das empresas Suécia/San Marino. A frota deve ser entregue nos próximos 120 dias. Serão investidos R$ 87 milhões, sendo R$ 36,6 milhões para a compra dos 60 ônibus articulados e R$ 50,4 milhões nos biarticulados.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Novo Eixo custará R$ 1,5 bilhão

19/07/2011 - O Hoje

Trinta e cinco anos após ter sido criado, o Eixo Anhanguera está prestes a ser submetido a sua maior e mais drástica remodelação, em seus próximos três anos. Há chances dos seus 90 ônibus serem substituídos por 72 trens, divididos em 24 composições. É o metrô de superfície, ou simplesmente VLT (veículo leve sobre trilhos). O detalhe é que o custo da substituição está estimado, pelo comando da Metrobus, em cerca de 1 bilhão de dólares (R$ 1,570 bilhão, em cotação média de julho).

O professor da PUC/GO Benjamim Jorge Rodrigues dos Santos, doutor em Engenharia de Transportes pela Universidade de São Paulo (USP), garante que a medida é boa, apesar de atrasada, e que a relação custo-benefício compensa, principalmente para o usuário, que terá um transporte “seguro, confortável, confiável e adaptado às suas necessidades individuais”. A questão protagonista, em um primeiro instante, é como viabilizar financeiramente estudos (técnico, jurídico e econômico), obras das linhas e das estações, operação e serviço de passageiros.

Considerando a féria diária em torno de R$ 300 mil, resultante da presença de aproximadamente 240 mil passageiros que utilizam os serviços ao longo dos 14 quilômetros do Eixão, o negócio levaria cerca de 14 anos para se pagar. Os especialistas advertem que o pote de ouro pode ser encontrado nas publicidades estáticas (estações) e móveis (áreas internas e externas das composições). Mas há de se realizar um arranjo institucional vantajoso à administração estatal e ao usuário (preço da passagem).

A saída, de acordo com o presidente da Metrobus, Carlos Maranhão, geólogo por formação, mas gestor público há 25 anos, é a Parceria Público Privada (PPA). Os percentuais ainda não estão definidos. Especula-se que a iniciativa privada fique com 75%. Esse e outros pontos devem ficar claros até novembro, quando fica pronto o estudo funcional, que está sendo realizado pela maior administradora de VLTs no mundo, a Veolia Transdev, que fatura anualmente com os seus 60 mil veículos cerca de 8 trilhões de euros.

ESTUDOS

A conta do trabalho, que será paga pela Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) – consórcio das cinco concessionárias exploradoras do serviço de transporte coletivo em Goiânia e 18 municípios da Região Metropolitana (Rápido Araguaia, HP, Viação Reunidas, Cootego e a estatal Metrobus) –, é de R$ 20 milhões e será diluída, caso realmente o projeto seja levado à frente, no edital de licitação. Por enquanto, a RMTC opta por não comentar o mérito do assunto.

Maranhão, mesmo aguardando a chegada dos novos ônibus no final de agosto (60 articulados, com capacidade para transportar 180 usuários, e 30 biarticulados, que transportam até 270 passageiros) – encomenda que custou à estatal cerca de R$ 92 milhões –, diz-se convicto da realização do projeto. Ele explica que a escolha da tecnologia está ancorada, basicamente, no público-alvo. Bem diferente, segundo Maranhão, dos 80 mil que lotam os ônibus no Eixo Norte-Sul.

O projeto do VLT ainda pode receber cerca de R$ 220 milhões da União, por intermédio do PAC da Mobilidade. No início deste ano, a Prefeitura de Goiânia entregou projeto ao Ministério das Cidades, solicitando R$ 430 milhões, dos quais R$ 210 milhões para o corredor de 17 quilômetros que ligará o Terminal Veiga Jardim ao Terminal dos Violeiros. O restante dos recursos será repassado ao Estado, para implantação do projeto do metrô de superfície.

Fonte: O Hoje (http://www.ohoje.com.br/cidades/19-07-2011-novo-eixo-custara-r-1-5-bilhao/)

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Metrobus promete novos ônibus para agosto

Carla Borges

A Metrobus, estatal que tem a concessão do Eixo Anhanguera, vai abrir no próximo dia 14 as propostas técnicas para a compra de 90 ônibus para a renovação da frota do Eixo Anhanguera. O edital do pregão presencial foi lançado na última segunda-feira. A empresa optou por esse tipo de modalidade de licitação, explica seu presidente, Carlos Maranhão, por ser mais rápido. "Essa modalidade também tem a figura do pregoeiro, que pode negociar com os participantes, aumentando as vantagens para o Estado", diz Maranhão.

A empresa vai adquirir 90 ônibus para a renovação completa da frota, dos quais 60 são articulados, semelhantes aos atuais, com capacidade para transportar 180 passageiros, e 30 biarticulados, que levam até 270 passageiros. O gasto estimado é de R$ 92 milhões com a aquisição dos veículos. Maranhão espera que os primeiros novos ônibus entrem em circulação no Eixo Anhanguera na segunda quinzena de agosto. "Até o fim de outubro, queremos já ter renovado 100% da frota", definiu Maranhão ao POPULAR.

O presidente adiantou que a Metrobus deve abrir na segunda quinzena deste mês a licitação para a reforma dos cinco terminais do Eixo Anhanguera - Padre Pelágio, Dergo, Praça A, Praça da Bíblia e Novo Mundo. Também será um pregão presencial e a estatal deverá investir R$ 7 milhões na reforma. Os primeiros serão os que, segundo levantamento da empresa, precisam de obras com maior urgência: Padre Pelágio e Praça da Bíblia. A previsão de Carlos Maranhão é de que até dezembro deste ano eles estarão completamente reformados.

Serão ampliadas as áreas de embarque e os banheiros, além de passar por reforma, terão o número duplicado. A Metrobus investirá R$ 3 milhões na estrutura de pista do Eixo.

http://www.opopular.com.br/cmlink/o-...agosto-1.17615

sábado, 11 de junho de 2011

Corredor Norte-Sul terá 43 estações

06/06/2011 - O Popular

O corredor Norte-Sul do transporte coletivo terá 43 estações e passará por 7 terminais de integração. Este será o segundo corredor exclusivo para ônibus em Goiânia. O primeiro é o Eixo-Anhanguera, construído há 30 anos. A intervenção é considerada fundamental para elevar a velocidade média do transporte coletivo, que caiu de 19,6 para 14,1 quilômetros por hora nos horários de pico na capital. Andando mais devagar, apenas 59% das viagens são cumpridas no horário, segundo estudo elaborado pelo Consórcio da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC).

No eixo Norte-Sul, serão construídos três novos terminais: nos Correios da Vila Brasília, na Rodoviária e na Avenida Perimetral. Outros quatro serão adaptados. Conforme a Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) divulgou ontem, as estações serão construídas no centro das vias, a 90 centímetros do solo, e serão fechadas com vidro. Quando os ônibus pararem, as portas se abrirão ao passageiro por meio de dispositivo eletrônico. As estações serão bidirecionais, tais como as do Eixo-Anhanguera. O espaço será climatizado, possuirá câmeras de vídeo e painéis de informação eletrônica.

O corredor Norte-Sul será operado com a tecnologia BRT (ônibus de trânsito rápido, pela tradução do inglês), modalidade tida como a evolução do metrô. Terá 27 quilômetros, entre a capital e Aparecida de Goiânia. A CMTC também informou que os 14 corredores preferenciais em Goiânia somarão 102 quilômetros, com 546 pontos de embarque e desembarque e outros três pontos de conexão. 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Aos 2 anos, Citybus dá prejuízo

22/05/2011 - O Popular


O Citybus, transporte feito em micro-ônibus com ar-condicionado voltado para um público de melhor poder aquisitivo, completou dois anos de criação em Goiânia no mês passado e ainda dá prejuízo. Segundo o Consórcio Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC), mensalmente 145 mil pessoas são transportadas nos 65 veículos da frota, distribuídos por 10 linhas, mas, para dar lucro, esse número deveria chegar a 200 mil usuários por mês. Para reverter essa situação, o sistema deve passar por ajustes nos próximos dias.

O POPULAR apurou que a tendência é de redução no preço da passagem do Citybus, para um valor intermediário entre o que é cobrado hoje e a tarifa dos ônibus do transporte coletivo. A tarifa do Citybus não foi afetada pelo aumento de 11% na do transporte convencional. Para pagamento em dinheiro, ela continua custando 3 reais, mas apenas para pagamento em moedas. Há outras opções, como o bilhete de um dia e o sitpass.

O Consórcio RMTC não revela os valores do prejuízo com o serviço - apenas adianta que eles são "muito altos" -, mas deixa clara sua intenção de que ele continue existindo. "Esse serviço traz qualidade para a cidade e já tem seu público, por isso defendemos que ele precisa ser viabilizado", afirmou ao POPULAR o diretor do Consórcio RMTC, Leomar Avelino. Ele acredita que a questão da tarifa do Citybus será definida até o fim desta semana.

Nos horários de pico, garante Avelino, a maioria das linhas circula com os veículos lotados ou perto da lotação. "A grande deficiência é das 8 às 16 horas", explica. Segundo ele, há cerca de seis meses o número médio de passageiros do citybus se mantém estável. Para que o serviço se pague, diz, seria necessário acrescentar 2 mil usuários por dia. Considerando que cada micro-ônibus realiza 15 viagens, precisaria angariar três novos usuários por viagem em cada linha. Parece pouco, mas não é.

Avelino reconhece que o serviço foi criado para atender ao público das classes A e B que, indicavam as pesquisas realizadas à época, se disporia a deixar o carro em casa para usar um transporte com itens de qualidade como ar-condicionado, não transportar passageiros em pé, ter acesso a internet sem fio e contar com linhas convidativas. Ocorre que o público do Citybus é basicamente formado pela classe C e estudantes.

Adequação

A primeira adequação foi feita em julho de 2009, três meses depois da criação do serviço, quando as operadoras perceberam que ninguém iria deixar o carro em casa para usar o transporte público. "As linhas iniciais eram para as classes A e B, por isso fizemos as primeiras mudanças. Agora, deveremos fazer outras, não vamos jogar a toalha", assegura Avelino.

A diretora técnica da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Áurea Pitaluga, também defende que seja feita uma reavaliação do serviço. "Ele ainda não é viável economicamente, mas também não impacta no serviço convencional e já tem seus próprios usuários", justifica.

A doméstica Lucimar Virgínia de Oliveira diz que só não usa mais o Citybus por causa do preço. "Demora um pouco a passar, mas é bem mais confortável", diz. Para ela, o fato de só pagar tarifa promocional em moedas é um problema. "Deveriam aceitar cédulas". O estudante Marco Antônio Alves dos Santos, de 18 anos, diz que usa o Citybus para ir ao shopping. "O serviço é bom, embora demore um pouco a passar". Já o representante comercial Manoel Aires Neto conta que deixou de usar. "No início, achei que daria certo, mas não mudou nada".

Especialista defende ajustes no sistema Citybus

22/05/2011 - O Popular


O Citybus é apontado por especialistas ouvidos pelo POPULAR como um serviço indispensável e que deve passar por ajustes para se tornar viável. "Entendo que ele é extremamente necessário e que aos poucos é possível adequar o serviço ao valor da tarifa ideal", defende a arquiteta e urbanista Fernanda Mendonça, especialista em transportes. Para ela, o grande problema é que o serviço foi lançado com uma "tarifa fora da realidade".

Fernanda conta que ela própria fez as contas, em abril de 2009, quando foi lançado o Citybus, e viu que, de tão cara, a tarifa custava o equivalente a fazer o percurso de carro. Na época, a tarifa do ônibus era de R$ 2,25 e a forma de pagamento do citybus era com duas unidades do Sitpass (R$ 4,50). "Sem contar que o uso do ônibus ou Citybus sempre terá situações desagradáveis, como andar um pouco até o ponto, o que desestimulou o uso por quem tinha intenção de utilizá-lo", avalia.

A arquiteta e urbanista entende que há ajustes que devem ser feitos, como a possibilidade de pagamento em cédulas, em vez de apenas moedas. Ela também acredita que será necessário fazer uma pesquisa para identificar o público do citybus. "Hoje ele é bem usado por senhoras que não têm carro e estudantes de nível médio, por exemplo", diz.

Para o economista Délio Moreira, doutor em Economia dos Transportes, a tarifa do Citybus deve ser adaptada, porque atualmente é alta. "É preciso estudar bem, porque uma redução atrairia mais usuários, mas as empresas teriam lucro? É necessário cobrir todos os custos sem explorar os passageiros", diz. Délio lembra que na década de 80 houve uma experiência igual em Goiânia. Ele explica que, devido às especificidades, é difícil - mas possível - dar certo.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Obras do Terminal Garavelo provisório começam hoje

02/05/2011 - O Hoje

Hoje, às 9 horas da manhã, a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) inicia a construção do novo Terminal Garavelo, em Aparecida de Goiânia. A obra atende a Resolução da CMTC de nº 063, de 1° de abril de 2011, que trata do cumprimento, por parte do Consórcio da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), das obrigações previstas no contrato de concessão das linhas do transporte coletivo de Goiânia e região metropolitana firmado em 2008 por meio de licitação. A supervisão e fiscalização das obras previstas nesse cronograma estão a cargo da CMTC.

O presidente da CMTC, José Carlos Xavier Grafite, acompanhado dos prefeitos de Goiânia, Paulo Garcia, de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, de integrantes da Câmara Deliberativa dos Transportes Coletivos (CDTC) e de representantes do Consórcio RMTC, apresentará o cronograma para a obra e as vantagens desse novo terminal para os usuários daquele município.

Segundo Grafite, neste primeiro momento, será feita a execução da primeira etapa da obra que é a construção do terminal provisório. Essa estrutura temporária deverá ser entregue em 45 dias pela RMTC para a CMTC. O local escolhido para ser o terminal provisório fica às margens da G0-040, ao lado do terminal Garavelo. Atualmente essa área serve de estacionamento para a frota que atende a região.

O local contará com duas bilheterias, refeitório e vestiário para os motoristas, administração, dois blocos com banheiros públicos – um em cada extremidade da plataforma. Após a transferência do atendimento ao usuário para essa estrutura provisória, o consórcio RMTC iniciará a obra terminal definitivo. A previsão para essa etapa é o mês de junho. A inauguração do novo Terminal Garavelo (definitivo) está prevista para início de 2012.

Terminal Garavelo

O novo terminal Garavelo terá aproximadamente 8 mil metros quadrados de área total, dos quais 6 mil de área construída, duas plataformas para embarque e desembarque, área de estocagem com 38 vagas para os ônibus e bicicletário com 130 vagas. A execução de toda a obra será feita sob responsabilidade do Consórcio RMTC, representante das concessionárias do transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia.

Atualmente o terminal é um dos maiores da RMTC, com fluxo superior a 60 mil passageiros/dia, 21 linhas entre alimentadoras, expressas e estruturais e 116 veículos do transporte coletivo. A obra definitiva irá contar, ainda, com seis quiosques comerciais que poderão abrigar lanchonetes, revistaria, farmácias, lotéricas ou outras facilidades, posto de atendimento SIT-PASS, refeitório e vestiário para os motoristas, sala de apoio, balcão de informações, monitoramento por CFTV, vigilância especializada, sistema de sonorização, acessibilidade a portadores de deficiências, salas de achados e perdidos e primeiros-socorros, piso podotátil (para orientação de deficientes visuais), caixas-rápidos e sala de fiscalização do órgão gestor, além de outras facilidades.

O novo Terminal Garavelo possibilitará uma nova forma de gestão, com melhoria da qualidade do serviço e aumento da satisfação dos usuários do serviço de transporte coletivo.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Corredor Norte-Sul será prioridade

07/01/2011 - O Popular

A implantação do Corredor Norte-Sul - uma grande linha exclusiva para ônibus, ligando os terminais Veiga Jardim, em Aparecida de Goiânia, e Recanto do Bosque, na Região Noroeste da capital - será a prioridade da Prefeitura de Goiânia no setor de transporte coletivo. O projeto, anunciado mas ainda sendo elaborado, deve contar com a tecnologia BRT (ônibus de trânsito rápido, pela tradução do inglês), modalidade considerada por muitos especialistas como a evolução do metrô. O custo da obra é estimado em R$ 125,5 milhões.

Tanto o corredor Norte-Sul quanto a construção e reforma de terminais de ônibus e a prioridade para o transporte coletivo foram os principais assuntos tratados na primeira entrevista do novo presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), José Carlos Xavier Grafite, que assumiu ontem o cargo. Engenheiro civil, ex-superintendente municipal de Trânsito de Goiânia e ex-presidente do Getrans, que deu origem à CMTC, ele garantiu: "o transporte coletivo terá prioridade em Goiânia".

Grafite destacou que o poder público deve à cidade investimentos em infraestrutura para o transporte coletivo. "Enquanto tivermos ônibus disputando espaço com os automóveis, o transporte coletivo sempre vai perder. Precisamos investir em requalificação urbana, em tecnologia, em ônibus diferenciados, sinalização adequada e acesso universalizado", propõe. Esses são os pressupostos básicos do projeto de BRT para a Região Metropolitana.

Reportagem publicada pelo POPULAR há um mês mostrou que a falta de investimentos em infraestrutura - especialmente a criação de corredores exclusivos - criou uma situação discrepante entre a tecnologia de que dispõem as empresas e a realidade enfrentada pelos usuários. A reportagem revelou que, por falta de corredores exclusivos ou mesmo preferenciais, a velocidade média dos ônibus é de 16 quilômetros por hora, quando o ideal seria de 22, mas quando há chuvas ou acidentes, ela cai até a 11 quilômetros por hora.

Financiamento

Grafite admite que os investimentos para o Corredor Norte-Sul são grandes e adianta que a Prefeitura está buscando financiamentos para isso. "Deveremos usar recursos do próprio orçamento, temos expectativa de uma boa parceria com o governo estadual e também buscaremos outras fontes", disse. Entre elas, estão a Corporação Andina de Fomento, que tem linhas de financiamento para requalificação urbana, e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal, que prevê recursos para investimento em mobilidade urbana.

O presidente da CMTC reconhece que dois anos é um período reduzido para fazer todas as intervenções necessárias para melhorar o transporte e implantar o Corredor Norte-Sul em sua totalidade. "Daremos prioridade a esse projeto, do Corredor Norte-Sul, e à reforma dos terminais. O prefeito (Paulo Garcia) tem dito que há espaço para que o transporte coletivo se converta em uma marca de sua administração".

O próximo terminal a passar por obras é o Garavelo, que será reconstruído, ao custo de R$ 8 milhões. O dinheiro para as reformas e adequações dos terminais, explica Grafite, vem dos investimentos que as empresas vencedoras da licitação para operar o transporte coletivo de Goiânia estão integralizando. Grafite acredita que a obra do Garavelo será iniciada nos próximos meses.

Eixo anhanguera em novo sistema

Maior linha do transporte coletivo de Goiânia, o Eixo Anhanguera também deve receber investimentos. Só o custo com a aquisição de novos veículos é estimado pelo presidente da CMTC entre R$ 120 milhões a R$ 150 milhões. A ideia é de que o eixo também ganhe sistema BRT. Grafite comentou a decisão da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (CDTC/RMG), que, no final de dezembro do ano passado, aprovou a prorrogação da concessão do Eixo Anhanguera à estatal Metrobus, por mais 20 anos, passível de ser prorrogável por igual período.

O ex-presidente da CMTC, Marcos Massad, havia dito que não reconhecia a decisão da CDTC - até porque quem assina os contratos de concessão é a CMTC - e que negociaria apenas com o atual governo. "A orientação que recebi do prefeito é de que o que está valendo é a prorrogação do contrato (que venceu em 31 de dezembro do ano passado) por 90 dias, até para sabermos do interesse do Estado em fazer investimentos", explica. "Pelo que o governo estadual vem sinalizando, o assunto será tratado com a importância que tem", conclui.