terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Iris quer dividir projeto do BRT em dois e preservar Centro de Goiânia

21/02/2017 - Diário de Goiás

iris prestacao de contas
Prefeito de Goiânia, Iris Rezende (PMDB).

iris prestacao de contas A Prefeitura de Goiânia estuda alterações no projeto do Bus Rapid Transit (BRT), em Goiânia, afirmou o prefeito Iris Rezende (PMDB) durante a prestação de contas do ultimo quadrimestre de 2016, realizada nesta segunda-feira (20), na Câmara de Municipal de Goiânia.

Iris Rezende visitou as obras do BRT no final de semana e destacou que é necessário fazer algumas mudanças. “Nós podemos violentar a Avenida Goiás? Nós podemos fazer na principal Avenida de Goiânia uma obra dessa? Se aqui no Centro não se justifica tanto”, afirmou.

O prefeito pensa em dividir o projeto em dois eixos para preservar o Centro da cidade. “Nos trazemos o BRT até a estação rodoviária e depois levamos da Praça do Cruzeiro, até onde é conveniente em Aparecida”, explicou.

Iris Rezende também ressaltou que o melhor é ter dois BRTs, um que liga a Região Noroeste ao Centro e outra, do Centro até Aparecida de Goiân

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Prefeitura de Goiânia garante metade do BRT até o final do ano


06/04/2016 - O Popular - GO

Metade de todo o corredor de trânsito rápido de ônibus (BRT, da sigla em inglês para Bus Rapid Transit) fica pronto neste ano. É o que garante o coordenador do BRT Norte-Sul, Ubirajara Abbud. O trecho a ser entregue será a parte Norte, entre a Praça do Trabalhador, no Centro de Goiânia, até o Terminal Recanto do Bosque, no setor de mesmo nome. O cronograma faz parte do último acordo fechado entre a Prefeitura e o Consórcio Norte-Sul, formado pelas empresas EPC e WVG.

A estimativa vale tanto para a parte estrutural como financeira. Conforme publicou O POPULAR em fevereiro, as partes responsáveis pela obra trabalhavam em um novo cronograma para repactuar pagamentos em atraso e novos recursos. A decisão administrativa do prefeito Paulo Garcia (PT) foi de priorizar a maior parte de trecho contínuo, por isso a escolha da parte Norte. Em janeiro próximo, então, será possível que o corredor central já seja utilizado pelos usuários, a depender da aquisição de ônibus para rodar no trecho.

Além de obras na parte Norte, será feito também o Terminal dos Correios, na última parte da Avenida Rio Verde no sentido Aparecida-Goiânia. Já há um acordo para que a Prefeitura da capital ceda um loteamento que possui em Aparecida de Goiânia para os Correios, em troca do terreno pertencente à entidade federal para a realização da obra. Caso a avaliação dos imóveis dê valor diferente, esse recurso será pago pela Prefeitura de Aparecida.

Acordo sobre área

Já para a realização da trincheira entre as avenidas Goiás Norte e Perimetral Norte, o consórcio fará uma rotatória provisória, de maior extensão que a atual, para que os trabalhadores façam a obra no centro. Há acordo para o uso da área, que será desapropriada pela Prefeitura dos quatro proprietários dos locais. Com a construção, o tráfego da Perimetral será por baixo, o da Goiás Norte no mesmo nível atual, em rotatória, e apenas a via do BRT será elevada.

Modelo exigirá novos ônibus

Novos ônibus devem ser adquiridos pelas concessionárias porque há diferenças no modelo de embarque e desembarque, que seriam parecidos com o do Eixo Anhanguera, já que as portas ficam do lado do motoristas e há uma altura maior, de acordo com as plataformas, que são suspensas. Ao todo, o projeto do BRT estima 28 veículos articulados e 65 simples. A quantidade seria menor para operar só na parte Norte.

Mas ainda não se iniciou qualquer negociação com as empresas concessionárias para a compra de novos veículos.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Ônibus sem catraca circulam hoje em Goiânia

Ação proposta pela RMTC prevê conscientização e honestidade dos usuários de ônibus

18/12/2015 - O Hoje

Jéssica Torres


Para os goianienes que usam o transporte público coletivo na capital goiana, poderão encontrar hoje uma surpresa: ônibus sem catraca. Esta é uma ação do Consórcio RMTC que está disponibilizando o veículo saindo do Terminal Bandeiras.

De acordo com a assessoria da RMTC, os veículos foram adaptados com o objetivo conscientizar as pessoas de que a catraca é apenas uma ferramenta que se tornou hábito, mas que independente dela estar ou não ali é importante que o usuário do transporte coletivo valide o bilhete ou o cartão.

O intuito da ação é entender também como o cliente se comporta diante de uma situação dessas, já que em alguns países da Europa, esse modelo é bem comum no embarque do transporte público. Assim, os dados coletados servirão de parâmetro para saber se a Região Metropolitana de Goiânia poderá seguir essa referência num futuro.

Uma das atitudes que mais preocupa as empresas de ônibus é justamente em relação ao passageiro que entra em terminais ou coletivos sem pagar, pulando a catraca, por exemplo. “O prejuízo que é causado à população é em torno de R$ 40,3 milhões por ano. Isso daria pra comprar em torno de 151 novos ônibus”, destaca o diretor da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC), Leomar Avelino.

Segundo a estudante Paula Pereira, de 23 anos, que fez intercâmbio na Europa, esta é uma idéia valida e importante para os goianos se habituarem, mas que ainda é algo difícil hoje. “Na Espanha o ônibus é relativamente vazio, ou então ela vai em pé com dignidade todos os dias, mas aqui infelizmente não é assim”, afirma. “Mas sinceramente a primeira oportunidade que eu tivesse de entrar nesse ônibus direto sem pagar eu iria, isso porque não oferecem serviço de qualidade para nós”, confessa.

De acordo com o engenheiro elétrico, doutor em transporte e professor de Engenharia do Transporte pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Willer Carvalho, a iniciativa é válida e importante para iniciar a discussão sobre o tema, mas é um caminho que ainda precisa da educação para ser alcançado. “Existem países em que o sistema de metro não tem uma pessoa verificando a entrada e nem possuem catraca para as pessoas passarem. Ao invés disso em alguns lugares ficam apenas fiscais que pedem a comprovação do bilhete”, exemplifica.

“É fundamental que a sociedade discuta sobre o uso desse bem público, já que o número de fraudes é grande, por pessoas que pulam catraca ou mesmo que usam cartão de outro até mesmo de pessoas que já morreram”, relata. “A experiência é importante mas tem que avaliar a efetividade”, pondera. 

Porém o especialista ressalta a dificuldade desta mudança, já que estamos em um país com cultura diferente. “Existe uma parcela considerável que têm o jeitinho brasileiro, para levar vantagem em tudo. A política reflete o que é a sociedade também, no qual as pessoas praticando estas ações de pequenas fraudes corrompem o sistema”, destaca. Se funcionar a eliminação da catraca seria ótimo, principalmente para gestantes e pessoas com mais pesos que ficam limitadas. Mas este é o primeiro passo”, conclui.

Ações de mobilização 

Esta não é a primeira ação que vêm sendo implantada pelas empresas responsáveis pelo transporte público da capital. O Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros (Setransp) lançou no mês passado uma campanha para combater fraudes no transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia, em relação ao uso do Cartão Fácil por pessoas que não são beneficiadas.

Para alertar e tentar inibir essas ações, algemas foram colocadas em ônibus, pois usuários flagrados cometendo irregularidades podem ser presos. Além das algemas, outra medida da campanha foi colocar bonecos em tamanho semelhante ao de humanos sentados dentro de ônibus. Eles ficaram vestidos e, na camiseta, havia a mensagem: “Quem frauda o transporte coletivo ocupa o lugar de quem paga”. A campanha chamou a atenção de usuários e muitos criticaram a instalação de algemas.

sábado, 6 de junho de 2015

Isolux Corsán vence licitação de BRT em Goiás

05/06/2015 - Jornal do Commercio - RJ

A Isolux Corsán, considerada uma das maiores empresas de engenharia do mundo, em consórcio com duas companhias brasileiras, venceu licitação realizada pela Prefeitura de Goiânia e irá construir o BRT da capital do estado de Goiás. O corredor de ônibus, que terá 21,7 km de extensão, permitirá que cerca de 120 mil passageiros sejam transportados diariamente no eixo Norte-Sul. As obras têm previsão para conclusão em 20 meses e os INVESTIMENTOS são de R$ 240 milhões.

Dentro do projeto, serão construídas 38 estações de embarque e desembarque, além da reforma e ampliação de sete terminais de integração. Com o novo corredor, os usuários terão mais flexibilidade, redução no custo e eficiência no transporte público, especialmente por conta do aumento da velocidade operacional, maior oferta de viagens e mais conforto e segurança nos trajetos dos veículos. A frota operacional deverá ser composta por cerca de 80 ônibus, dos quais 30 serão articulados e 52 convencionais.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Dilma autoriza a construção do BRT de Goiânia

20/03/2015 - Agência Brasil

A presidenta Dilma Rousseff assinou nesta tarde em Goiânia a ordem de serviço para o início das obras de um corredor exclusivo para ônibus. A cerimônia ocorreu na prefeitura da capital goiana, para onde foi convocado um panelaço contra a presidenta pelas redes sociais.

Ao lado do governador de Goiás, Marconi Perilo (PSDB), do prefeito Paulo Garcia (PT) e do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, Dilma formalizou o início das obras do BRT (Trânsito rápido de ônibus, na sigla em inglês).

Segundo ela, embora seja uma cidade planejada, Goiânia cresceu e agora precisa enfrentar os desafios de uma cidade grande. "Se tem uma coisa que é valioso é o tempo; o transporte rápido significa que você domina o seu tempo, pode usar para cultura, lazer".

Para a presidenta, é preciso que o governo garanta a locomoção das pessoas. "Ele [o BRT] mudará a articulação do transporte daqui de Goiânia", disse, acrescentando os benefícios para a cidade.

O corredor de ônibus terá 21,8 quilômetros de extensão; vai percorrer 148 bairros da capital e da cidade vizinha Aparecida de Goiânia. Serão beneficiados 120 mil usuários por dia, de acordo com a prefeitura. Em horários de maior movimento, a capacidade de transporte será 15 mil passageiros.

As empresas terão 30 dias para iniciar as obras, a partir do recebimento da ordem de serviço. O prazo para a conclusão do empreendimento é um ano e oito meses, ou seja, a previsão é que esteja finalizado até o fim de 2016.

Serão gastos R$ 340 milhões na implantação do BRT, sendo R$ 210 milhões do governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento Mobilidade Urbana e R$ 130 milhões recursos municipais.

Este foi o quarto evento oficial da presidenta Dilma depois das manifestações que levaram milhares de pessoas às ruas em todas as regiões do país. As três primeiras ocorreram em eventos no Palácio do Planalto, em Brasília. 

Obras do BRT Goiânia (GO) devem iniciar em 30 dias

23/03/2015 - Agência CNT de Noticias

Até a primeira quinzena de abril devem ter início duas frentes de trabalho para a construção do BRT (Bus Rapid Transit), em Goiânia (GO). A obra receberá R$ 340 milhões
 
Natalia Pianegonda

O corredor terá 21,8 quilômetros Norte-Sul e atenderá, de forma direta, 148 bairros da cidade com capacidade para transportar 120 mil pessoas por dia. A projeção é que o BRT fique pronto em dois anos e a meta é que, quando concluída, a nova alternativa de transporte reduza o tempo de viagem e as emissões de gases poluentes, além de retirar parte dos veículos que circulam diariamente pelas ruas da cidade.
 
Conforme dados apresentados pela prefeitura, somente entre janeiro e julho do ano passado, mais 20 mil veículos foram incorporados à frota de Goiânia, que já conta com mais de 1,1 milhão de unidades. Em média, são 257 novos carros ou motos transitando pelas ruas da cidade todos os dias.
 
O custeio é proveniente de do Pacto pela Mobilidade, lançado pelo governo federal em 2013, com contrapartida do município. No orçamento total, estão incluídas 65 desapropriações de imóveis que serão necessárias à implantação da via exclusiva para ônibus, investimentos em Tecnologia da Informação, supervisão da obra do BRT e reestruturação da sinalização viária adjacente.
 
De acordo com a NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), existem 61 projetos de BRT em implantação no Brasil.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

No 1º dia de corredor, confusão em Goiânia

01/02/2015 - O Popular - GO

Os motoristas que se locomoveram pelas Avenidas 85, S-1 e redondezas perceberam novidades e se confundiram com as novas regras de trânsito no local, com o primeiro dia de funcionamento do Corredor 85, com faixa preferencial para o transporte coletivo. Agentes da Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT) estiveram nos principais cruzamentos da avenida para orientação. Esta é apenas a primeira etapa da implantação do corredor e ainda passará por ajustes nos próximos dias.

Uma faixa de retenção ainda será pintada amanhã pela SMT no cruzamento da 85 com a Alameda Ricardo Paranhos, no sentido bairro-centro. Ontem pela manhã, os motoristas se confundiram sobre onde deveriam parar até que o semáforo indicasse a cor verde. O mesmo cruzamento, que ainda é composto pela Avenida Mutirão, é o principal ponto de preocupação dos técnicos da SMT e da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). Mas a equipe se surpreendeu com o pequeno número de reclamações no local.

A preocupação agora é com a trincheira que permite a conversão da Avenida 85 com a Avenida Coronel Joaquim de Bastos, no Setor Marista. Ela foi expandida durante as obras do corredor para suportar o volume de tráfego que sai da Avenida Mutirão e tinha como destino a Ricardo Paranhos. Como o acesso foi proibido, todo o fluxo vai para a 85 e os motoristas que querem acessar o Setor Marista devem utilizar a trincheira. Os técnicos vão observar o local durante essa semana para verificar se o problema foi resolvido.

A questão é que, pelos estudos técnicos, a trincheira deveria ser ainda maior, com mais 1,5 metro de comprimento, mas a obra não foi possível porque existe uma adutora da Saneago no local que é muito alta, saindo do canteiro. Se o problema persistir, ainda não há uma decisão tomada sobre o que vai ocorrer, mas uma das opções seria o alargamento da via na quadra entre as ruas T-11 e a T-59. Cerca de 1,5 metro da calçada seria retirada, com o afastamento dos postes de energia e do ponto de ônibus.

Além disso, a Prefeitura deve licitar o restante da obra ainda neste mês, que vai recapear toda a extensão de 7,2 quilômetros do corredor, implantar ciclovia e ciclorrota e construir calçadas sustentáveis. Todo o corredor está orçado em cerca de R$ 22,5 milhões. A CMTC estuda também qual será a solução dada aos ciclistas no cruzamento das Avenidas 85 e Mutirão, já que o canteiro central teve de ser suprimido para que houvesse espaço suficiente aos ônibus para manobrarem e acessar a Mutirão, cortando toda a via.

CONFUSÃO

Na manhã de ontem, a maioria dos condutores reclamou de perder uma faixa para os ônibus e por não poder seguir caminhos que já faziam, ao mesmo tempo em que usuários do transporte coletivo garantiram que vai haver melhoria, desde que a operação também melhore. O primeiro dia de funcionamento ocorreu em um sábado porque o fluxo de trânsito é menor e seria mais fácil se acostumar a trafegar pelo local, mas, ao mesmo tempo, o número de ônibus colocado para rodar também é menor, sobretudo porque as empresas concessionárias ainda operam em planilha de férias.

Os dois fatos geraram reclamações de motoristas, que argumentaram não haver necessidade de implantação dos corredores preferenciais já que não há ônibus para se locomover por eles. Enquanto os usuários disseram que deveria ter mais ônibus rodando para que a diferença fosse notada. O titular da SMT, José Geraldo Freire, argumentou que com a estrutura montada, as empresas concessionárias do transporte coletivo agora podem ampliar o fornecimento de viagens aos usuários, além de melhorar a rapidez e o fluxo dos ônibus no local.

Até por se tratar de um sábado, poucos ônibus foram vistos pelo corredor, o que gerou a irritação de motoristas, que não viam sentido em perder uma faixa de tráfego. A previsão é de que a partir de amanhã, o esquema especial de férias para o transporte coletivo se encerre, aumentando o número de ônibus nas ruas. O administrador Fernando Vicente de Morais, de 22 anos, esperava um ônibus da linha 004 há 15 minutos em frente ao Colégio Externato São José, e afirma que não trocaria o carro para andar de transporte público, mesmo com os corredores, na situação atual de Goiânia.

Ele só estava no ponto de ônibus ontem porque o seu carro estragou e afirma que o corredor do transporte coletivo deveria vir acompanhado de outras melhorias no sistema. Enquanto motorista, ele aponta que o cruzamento da 85 com a Mutirão é o local que mais ficou confuso na via, já que aumentou o fluxo de quem acessa a 85. A reportagem do POPULAR ouviu diversas reclamações de motoristas que preferiam continuar com a facilidade para acessar a Ricardo Paranhos.

Motoristas tentam fazer conversão proibida

Os motoristas ficaram confusos em diversos pontos do Corredor 85, com faixa preferencial para o transporte coletivo. O principal ponto de confusão foi no cruzamento da Avenida S-1 com a Avenida Laudelino Gomes, no Setor Serrinha, especialmente pela troca de sentido nas ruas Carlos Chagas e 1.112, assim como na 1.113, que é a continuação da S-1. A Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT) colocou agentes em cada esquina dessa região. O motorista que está na 1.113 e vai acessar a Rua Carlos Chagas não precisa mais parar no semáforo, respeitando apenas a sinalização de "Dê Preferência", mas os condutores paravam e esperavam o sinal ficar verde.

Já os motoristas que estavam na Avenida Laudelino Gomes reclamavam de ter apenas a opção de virar à direita e descer a Avenida 85, o que teria prejudicado o acesso à Avenida T-4 e ao Parque Amazônia. A solução é virar na T-13 e fazer a volta na quadra, acesando a T-14 e seguindo até a T-4. Outra confusão se dá na T-4, em que os condutores não sabiam como acessar as ruas internas em virtude dos semáforos e proibições. Por enquanto, os agentes da SMT não estão autuando os motoristas que cometem infrações, o que só deve passar a ocorrer no final de fevereiro, quando os aparelhos fotossensores forem instalados e auferidos.

A reportagem do POPULAR flagrou diversas conversões proibidas durante todo o percurso do Corredor 85, mas a infração mais usual ainda continua sendo o uso da faixa preferencial dos ônibus por parte de carros particulares. Os táxis também têm a permissão de usar as faixas. O titular da SMT, José Geraldo Freire, acredita que as infrações só vão diminuir com o início das autuações, quando as multas passarem a chegar aos condutores. "Isso também ocorreu com o Corredor T-63 e agora as pessoas estão respeitando mais", diz.